<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-11091814</id><updated>2011-07-14T17:36:04.577-07:00</updated><title type='text'>Rainha Vitória</title><subtitle type='html'>A Rainha Vitória (1819-1901), tornou-se rainha do Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda em 1837, permanecendo no trono por 63 anos. Seu reinado está vinculado ao grande expansionismo britânico e a Revolução Industrial.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://rainhavitoria.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11091814/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rainhavitoria.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>professor</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11919576689326565821</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>27</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11091814.post-111897644784281323</id><published>2005-06-16T19:45:00.000-07:00</published><updated>2005-06-16T19:47:27.850-07:00</updated><title type='text'>A Segunda Revolução Industrial pelos "olhos" de Mayer e Barraclough</title><content type='html'>Os dois textos – Introdução à História Contemporânea de G. Barraclough, e A Força da Tradição de Arno Mayer – discutem o impacto da Segunda Revolução Industrial nas relações internacionais. Contudo, apresentam diferentes enfoques sobre o tema: Barraclough acredita que a revolução alterou radicalmente o caráter e as condições das relações internacionais, já Mayer defende o ponto que uma nova ordem somente foi imposta após as duas Grandes Guerra, as quais ele denomina “Guerra dos Trinta Anos do século XX”.&lt;br /&gt;&lt;br&gt;Em seu livro, Barraclough defende que a revolução industrial possibilitou a ascensão de potências extra-européias – EUA, Rússia e Japão – o que ocasionou o declínio da Europa como centro de poder. Além disso, as divergências de interesses entre EUA e Rússia em territórios do Oriente ocasionou posteriormente a divisão do mundo em dois blocos ideológicos hostis (Guerra Fria).  A revolução também possibilitou o crescimento econômico da Alemanha, colocando em risco o equilíbrio europeu de poder e acirrando as disputas imperialistas. Com crescente poder, a Alemanha, lutando por um lugar entre as maiores potências do mundo, por fim levou os países a Primeira e Segunda Guerras Mundiais. Logo, para Barraclough as relações internacionais mudaram radicalmente devido à mudança de um sistema multipolar para um bipolar; o deslocamento do centro de poder da Europa para EUA e Rússia.&lt;br /&gt;&lt;br&gt;Já para Mayer, o sistema internacional só muda definitivamente após as duas Grandes Guerras. Segundo ele, a revolução industrial trouxe alguns progressos, mas não foi capaz de mudar o sistema, pois havia forças de inércia que retardaram o declínio da antiga ordem. Ele argumenta que após a revolução, apesar da existência de uma burguesia industrial, a importância economia desta foi limitada até 1914. Apesar do mundo já ser dominado pelo capitalismo, a aristocracia continuava a ter supremacia e a terra continuava a ser a principal fonte de riqueza. Com o constante crescimento da burguesia, as antigas elites passaram a reafirmar e defender sua influência política e seu predomínio, intensificando as tensões que acabaram por levar às Grandes Guerras que, por fim, acarretou na dissolução do antigo regime na Europa.&lt;br /&gt;&lt;br&gt;Os dois autores apresentam concepções bem distintas. Discordam no ponto em quanto a Segunda Revolução Industrial teve impacto nas relações internacionais, mas acreditam que esta teve grande importância: para Barraclough, esta deu meios para que novos países ascendessem economicamente e para Mayer possibilitou a crescente ascensão da classe burguesa que entrou em conflito com a classe dominante, finalmente, possibilitando o fim da antiga ordem e a ascensão de outra, baseada totalmente no capitalismo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11091814-111897644784281323?l=rainhavitoria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rainhavitoria.blogspot.com/feeds/111897644784281323/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11091814&amp;postID=111897644784281323' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11091814/posts/default/111897644784281323'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11091814/posts/default/111897644784281323'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rainhavitoria.blogspot.com/2005/06/segunda-revoluo-industrial-pelos-olhos.html' title='A Segunda Revolução Industrial pelos &quot;olhos&quot; de Mayer e Barraclough'/><author><name>Natália C. Ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14087662051112163044</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11091814.post-111889959226559892</id><published>2005-06-15T06:24:00.000-07:00</published><updated>2005-06-15T22:32:44.260-07:00</updated><title type='text'>A mão que balança o berço....</title><content type='html'>1 -  A Segunda Revolução Industrial difere da primeira por apresentar novas fontes de energia, que permitiram a elevação da produção industrial e pelo surgimento de novas tecnologias. A soma desses dois fatores ocasionou em pouco tempo uma grande crise de super produção que, por sua vez levou à concentração de capital, formando um novo tipo de capitalismo (financeiro ou monopolista) e promoveu uma expansão imperialista fora da Europa. Segundo Barraclough, a 2ª Revolução Industrial causou diversos impactos nas relações internacionais, pois encurtou a distância entre os países devido a novas tecnologias aplicada aos meios de transportes (construção de redes ferroviárias e dos barcos a vapor), pela primeira vez se pensou em uma” política mundial”; possibilitou o surgimento de potências extra européias: EUA , Japão e Rússia – que ocasionou  o declínio da Europa como centro de poder, ocasionou o fortalecimento da Alemanha que, posteriormente, levou às duas Grandes Guerras por sua luta em fazer parte entre as grandes potências mundiais, deu início à rivalidade entre EUA e Rússia por causa de um conflito de interesses em territórios do Oriente até acabar por dividir o mundo em dois diferentes blocos ideológicos e hostis (Guerra Fria), e finalmente, ocasionou a quebra do equilíbrio europeu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2 – O imperialismo foi a grande oportunidade que capitalismo em crise precisava para conseguir se expandir e se internacionalizar. De acordo com a teoria Leninista o imperialismo constitui a “etapa superior do capitalismo” e o mesmo se explica a partir de uma análise puramente econômica onde a contínua evolução do capital que se inicia com a concentração da produção e as crises de superprodução levam, inevitavelmente a criação dos monopólios econômicos e subseqüentemente na expansão do capital - imperialismo. Para o historiador Hobsbawm, assim como Lênin o imperialismo também tem seu principal fundamento o argumento econômico, sobretudo porque o capitalismo gera uma economia global que precisa alcançar os mais remotos espaços do globo para adquirir tanto mercado consumidor como um novo campo para investimento do capital excedente, mas não se limita única e exclusivamente a uma artimanha da esfera econômica, visto que, fatores políticos medidas protecionistas, sociais a cultura da ocidentalização, combinados se reforçaram para consolidar a trajetória  imperialista de colonização da África e da Ásia &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Explicar o imperialismo sem lançar mão dos fundamentos econômicos é praticamente impossível, pois o imperialismo é o filho legítimo da segunda revolução industrial, fruto das relações políticas, econômicas e sociais do século XIX. Foi também responsável pelos projetos de construções gargantorescas da classe burguesa, pela difusão de uma onda de industrialização tanto na Europa quanto nos Estados Unidos, Rússia e Japão, pelo início do processo de globalização, pelo fortalecimento das identidades nacionais, pela fomentação de uma rivalidade entre os Estados europeus, pela corrida colonial em direção à África e a Ásia, e principalmente modificar a estrutura do sistema internacional e determinar o aumento as disparidades de poder e as desigualdades entre metrópoles –as potências e os países dependentes – as colônias.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11091814-111889959226559892?l=rainhavitoria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rainhavitoria.blogspot.com/feeds/111889959226559892/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11091814&amp;postID=111889959226559892' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11091814/posts/default/111889959226559892'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11091814/posts/default/111889959226559892'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rainhavitoria.blogspot.com/2005/06/mo-que-balana-o-bero.html' title='A mão que balança o berço....'/><author><name>Luzia Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06938053311795016282</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11091814.post-111852660610324286</id><published>2005-06-11T14:48:00.000-07:00</published><updated>2005-06-11T14:50:06.106-07:00</updated><title type='text'>2a. Revolução Industrial</title><content type='html'>Responda as questões abaixo e responda até QUARTA-FEIRA 15/06.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Diferencie a 1a. da 2a. Revolução industrial enfatizando o impacto de ambas na configuração do Sistema Internacional (G. Barraclough).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Defina Imperialismo, e discuta as definiçÕes de Lênin e Hobsbawn.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LIMITE: 1 paragrafo cada questão e mais um parágrafo de conclusão relacionando ambas as questões. Máximo de 15 linhas cada parágrafo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11091814-111852660610324286?l=rainhavitoria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rainhavitoria.blogspot.com/feeds/111852660610324286/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11091814&amp;postID=111852660610324286' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11091814/posts/default/111852660610324286'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11091814/posts/default/111852660610324286'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rainhavitoria.blogspot.com/2005/06/2a-revoluo-industrial.html' title='2a. Revolução Industrial'/><author><name>professor</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11919576689326565821</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11091814.post-111850330222800435</id><published>2005-06-09T19:19:00.000-07:00</published><updated>2005-06-12T16:14:13.710-07:00</updated><title type='text'>Enfim a queda do governo que assustou o mundo</title><content type='html'>Maio, 1871, a Comuna de Paris é derrotada. Após passar oito dias massacrando indiscriminadamente trabalhadores e civis, o exército francês finalmente consegue derrotar o que foi o primeiro governo revolucionário com tendência socialista da nossa história. O conflito deixou aproximadamente 30.000 mortos, 38.000 aprisionados e 7.000 deportados.&lt;br /&gt;&lt;br&gt;Após a derrota sofrida pela França na Guerra Franco-Prussiana (1870), o imperador Napoleão III é derrubado e a III República é proclamada. O novo governo, chefiado por Adolphe Thiers, negociou a paz com Otto von Bismarck, da Prússia, sob protestos da população. Os habitantes de Paris, sitiados pelo inimigo, revoltados com a atitude francesa e castigados pelo alto custo de vida, organizam a resistência. Em 26 de março de 1871 um conselho municipal foi eleito e em 28, proclamada a Comuna de Paris. &lt;br /&gt;&lt;br&gt;As medidas tomadas pela Comuna enfureceram a burguesia européia. Entre tais medidas se destacam: o estabelecimento de um teto salarial para os funcionários públicos que não deveria exceder ao dos trabalhadores; a ocupação das fábricas fechadas pelos patrões e  o reinício de suas atividades pelos operários organizados em cooperativas; a extinção do trabalho noturno dos padeiros. Logo, a Comuna tratava-se de uma virada da democracia burguesa para a democracia operária. Foi derrotada após o Tratado de Paz entre França e Alemanha assinado em maio de 1871, dando fim a 62 dias que chocaram o mundo com o primeiro governo realmente popular.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11091814-111850330222800435?l=rainhavitoria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rainhavitoria.blogspot.com/feeds/111850330222800435/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11091814&amp;postID=111850330222800435' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11091814/posts/default/111850330222800435'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11091814/posts/default/111850330222800435'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rainhavitoria.blogspot.com/2005/06/enfim-queda-do-governo-que-assustou-o.html' title='Enfim a queda do governo que assustou o mundo'/><author><name>Natália C. Ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14087662051112163044</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11091814.post-111826759134572817</id><published>2005-06-07T16:27:00.000-07:00</published><updated>2005-06-09T08:51:29.310-07:00</updated><title type='text'>Bismarck e as Unificações Tardias</title><content type='html'>1862. Um homem extremamente conservador e habilidoso no que se tratava de estratégias políticas, um ex-diplomata, um dos maiores responsáveis pela unificação alemã (através da guerra, contrariando expectativas de uma postura diplomática), um defensor da Realpolitik, ele acreditava que as relações internacionais baseavam-se na força e no poder, como desejavam as grandes potências. Ele foi Otto Von Bismarck, o homem responsável por enormes transformações na Europa do século XIX, e que acabara de assumir o cargo de Chanceler da Prússia. Alguns problemas assolavam o sistema de Metternich, que vigorava desde o Congresso de Viena, paralelamente á ascensão de Bismarck e a medida que ele atingia seus objetivos. O fim da Guerra da Criméia, e consequentemente da Santa Aliança, e ainda inúmeros conflitos entre os governantes de algumas potências, foram alguns desses problemas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bismarck se posicionava contra esse sistema em que a Áustria tinha grandes influências políticas na Confederação Germânica, no entanto a mesma não tinha interesse na Unificação Germânica. Na Guerra dos Ducados, em 1864, Áustria e Prússia, se uniram para derrotar juntas a Dinamarca, e conquistar os ducados de Holstein e Schlewig. A guerra durou apenas seis semanas e cada potência vencedora ficaria com um ducado. Quando a Prússia vence a Áustria, domina os ducados de Schleswig e Holstein, e anexa os estados de Hannover e Hesse-Cassel, aliados austríacos na guerra. O conflito marcou a regionalização final do mapa da Europa e o enfraquecimento definitivo da França a partir da ascensão do império alemão. É criada então a confederação germânica do Norte, que era submetida ao controle prussiano, e os estados germânicos do sul apenas mantém a independência por submeter seus exércitos ás orientações das tropas de Bismarck.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto isso, a Grã Bretanha concentrava seus esforços na realização do Imperialismo, e os Habsburgos já não mais mantinham o poder de influência estabelecido por Metternich, devido ás preocupações na luta contra o Nacionalismo em suas regiões. Nesse contexto (1866), a França estimula a Guerra Austro-Prussiana, pois estava certa da derrota da Prússia, pois como estratégia, ficaria neutra e com a aceitação da conquista francesa da Bélgica, faria acordos com a Prússia. A Prússia, no entanto vence a guerra, e os planos franceses se frustram. Em 1870, eclode a guerra Franco-Prussiana, resultado de mais uma estratégia de Bismarck, tirando vantagem do temor e outras fraquezas de Napoleão III, que queria evitar estar localizado entre dois territórios dominados pela Prússia. Napoleão III acabou sendo facilmente influenciado por Bismarck a proclamar a Guerra Franco-Prussiana, que como conseqüência fez com que os estados dissidentes se unissem á Alemanha, que saiu vencedora. O chanceler também viu na Prússia uma grande aliada, pois não haveria dificuldade em esse país se desligar da Santa Aliança, pois já não mais necessitava do apoio da Áustria. Armado mais uma vez de sua capacidade estrategista, Bismark consegue manipular grandes potências a fim de concretizar seus planos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Alemanha emerge finalmente como uma grande potência européia em diversas esferas, como economicamente, apresentando altos índices de crescimento de mercado consumidor e industrialização; na esfera militar, por conta de um excelente exército (que funcionava em um regime de alistamento militar obrigatório); e politicamente, devido obviamente á unificação. Esses acontecimentos chamam á atenção da Grã Bretanha, que temia que a nova potência alemã viesse ameaçar sua primazia. Apesar da elevação como potência e eficiência das ações de Bismarck, a Alemanha se atrasa na corrida Imperialista devido á uma unificação tardia. Mas no entanto é fundamental salientar que sem Otto Von Bismarck, a unificação, e enormes mudanças na Europa jamais teriam acontecido; unificação essa que provocou o fim do equilíbrio do sistema de Metternich,  influenciado também pela unificação italiana, e regendo os acontecimentos futuros da política internacional.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11091814-111826759134572817?l=rainhavitoria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rainhavitoria.blogspot.com/feeds/111826759134572817/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11091814&amp;postID=111826759134572817' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11091814/posts/default/111826759134572817'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11091814/posts/default/111826759134572817'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rainhavitoria.blogspot.com/2005/06/bismarck-e-as-unificaes-tardias.html' title='Bismarck e as Unificações Tardias'/><author><name>Luiz Ricardo</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp1.blogger.com/__jji3CmKzmQ/SJKWWdhgcvI/AAAAAAAAAFE/JPIDD4L7WkE/S220/SUNP0031.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11091814.post-111768240141961751</id><published>2005-06-01T19:56:00.000-07:00</published><updated>2005-06-01T20:49:02.520-07:00</updated><title type='text'>O Espectro Do Comunismo</title><content type='html'>Karl Marx e Friedrich Engels tentam em seu manifesto comunista de 1848 trazer ao mundo das palavras um pensamento já presente no cenário europeu do século XIX. Este trabalho pode ser considerado um modelo introdutório a uma tese desenvolvida por Marx durante toda sua vida . Nele nota-se a análise eficaz de um sistema social relativamente recente e através da mesma se torna possivel a " previsão " de fenômenos que viriam a se concretizar de forma mais evidente e marcante após seu falecimento. No estudo das relações internacionais aquele que se torna mais evidente é sem duvida a globalização , que segundo os autores do texto é algo inerente ao capitalsmo uma vez que este está em uma busca interminavel por mercados consumidores que possam absorver os excedentes de sua produção .existe entretanto além do conteúdo econômico da obra, um forte teor político que destilado com toques perspicazes de ironía .sua crítica ao modelo vigente envolve  o fato do mesmo transformar todas as relações humanas  em trocas capitalistas , entre outros ataques do mesmo cunho .não obstante é vista esta foma de organização social como uma necessidade para que se chegue a um estágio mais justo e igual na história .dessa maneira a própria contaposição do capitalismo o vê como necessário envolvendo-o na mecânica da dialética, tão recorrente no trabalho do filósofo alemão .  sendo assim o manifesto comunista escrito a mais de 150 anos talvez seja até hoje o principal texto político do mundo moderno.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11091814-111768240141961751?l=rainhavitoria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rainhavitoria.blogspot.com/feeds/111768240141961751/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11091814&amp;postID=111768240141961751' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11091814/posts/default/111768240141961751'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11091814/posts/default/111768240141961751'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rainhavitoria.blogspot.com/2005/06/o-espectro-do-comunismo.html' title='O Espectro Do Comunismo'/><author><name>pedro benetti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07253248371404420703</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11091814.post-111759115169919329</id><published>2005-05-31T18:59:00.000-07:00</published><updated>2005-05-31T19:14:15.820-07:00</updated><title type='text'>Morre o "Libertador"</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/img/261/5290/50/bolivar.jpg"&gt;&lt;img style="BORDER-RIGHT: #000000 1px solid; BORDER-TOP: #000000 1px solid; MARGIN: 2px; BORDER-LEFT: #000000 1px solid; BORDER-BOTTOM: #000000 1px solid" src="http://photos1.blogger.com/img/261/5290/320/bolivar.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Santa Maria, Colômbia, 17 de dezembro de 1830&lt;/em&gt; - Morre de tuberculose o grande libertador da América, Simon Bolívar. Bolívar nasceu no dia 24 de julho de 1783 em Caracas, na Venezuela. Ainda muito jovem, visitou diversos países europeus, ficando extremamente impressionado com Napoleão Bonaparte, que havia se coroado imperador. Passou então a sonhar em obter semelhante glória. Quando foi a Roma, jurou no Monte Sacro, libertar a América.&lt;br&gt;&lt;br /&gt;Sua luta contra o domínio espanhol começou na Venezuela em 1810. Após vitórias militares, Simon Bolívar encontrava-se numa posição extraordinária. Era presidente da Colômbia, ditador do Peru e presidente da recém-formada Bolívia (país nomeado em sua homenagem). Após libertar seu país e outras nações sul-americanas, seu objetivo seguinte foi o de se tornar um líder estadista sul-americano. Pretendia realizar uma única federação com as nações da América do Sul, inspirado no modelo norte-americano. Mas diferente dos EUA, a tendência de independência nacional na América Latina não podia ser ignorada. Quando convocou o Congresso das Nações da América Hispânica, apenas quatro países compareceram.&lt;br&gt;&lt;br /&gt;Ao invés de mais países se unirem à Grande Colômbia, a república começou a se repartir. Para agravar, uma guerra civil irrompeu na Colômbia em 1826. Bolívar ainda tentou evitar a separação das regiões em conflito. Conseguiu uma vitória temporária, mas logo veio a fracassar. Crescendo a oposição contra ele, por ter se tornado ditador a fim de manter a ordem na Confederação, Bolívar renunciou em 1830. Essa foi uma breve biografia em homenagem ao nosso grande sonhador que faleceu por ver seu sonho se desmoronar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11091814-111759115169919329?l=rainhavitoria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rainhavitoria.blogspot.com/feeds/111759115169919329/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11091814&amp;postID=111759115169919329' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11091814/posts/default/111759115169919329'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11091814/posts/default/111759115169919329'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rainhavitoria.blogspot.com/2005/05/morre-o-libertador.html' title='Morre o &quot;Libertador&quot;'/><author><name>Natália C. Ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14087662051112163044</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11091814.post-111758473474931733</id><published>2005-05-31T17:03:00.000-07:00</published><updated>2005-05-31T17:15:04.746-07:00</updated><title type='text'>A "Falsa" Independência Cubana</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;Desde a ocupação da ilha, ocorrida no século XV pelos espanhóis, Cuba foi território de intensa exploração econômica devido sua “vocação” para a agricultura de exportação. No século XIX, o produto agrícola dominante no país era a cana-de-açúcar e seu principal comprador eram os EUA. Além disso, empresas norte-americanas tinham um crescente interesses na ampliação de seus negócios com os cubanos.&lt;br&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;No final do século XIX, em meio a agitações – a maioria por parte dos escravos – e a uma crise açucareira, o poeta Jose Martí e dois generais rebeldes proclamam a república e iniciam a guerra de independência. Contando apenas com um improvisado exército constituído predominantemente por negros, sofreu duro golpe logo no início do combate com a morte de Martí. Mesmo sem seu principal líder, os cubanos obtiveram significativas vitórias e a guerra encaminhava para seu fim quando ocorreu a intervenção dos EUA, acusando a Espanha de ter explodido um de seus navios, “Maine”.&lt;br&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;De fato, a explosão de seu navio não foi o motivo pelo qual os EUA interviram na guerra a favor de Cuba. Na verdade, Cuba tinha um grande significado na engenhosa política externa americana. A localização geográfica da ilha colocava-a na zona de absoluta segurança estratégica dentro dos planos norte-americanos, além de os interesses comerciais serem imensos, já que as empresas americanas eram as maiores compradoras do açúcar cubano. &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Vencida, a Espanha renunciou sua colônia no Tratado de Paris (1898). A ilha foi submetida a um governo militar norte-americano que convocou uma assembléia constituinte encarregada de redigir a primeira Constituição da Cuba independente. Somado a isso, o Congresso norte-americano impôs a Emenda Platt que tornava legítima qualquer intervenção militar americana na ilha, além do governo cubano ter sido obrigado a ceder uma faixa de seu litoral para a construção de uma base militar norte-americana. Nas décadas seguintes, a participação do capital americano nos negócios da ilha ampliou-se de forma considerável. Logo, Cuba não se tornou independente verdadeiramente, pois apesar de ter rompido o laço com a metrópole, acabou tornando-se praticamente uma extensão dos EUA, tendo libertado-se somente em 1959 com a Revolução Cubana. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11091814-111758473474931733?l=rainhavitoria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rainhavitoria.blogspot.com/feeds/111758473474931733/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11091814&amp;postID=111758473474931733' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11091814/posts/default/111758473474931733'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11091814/posts/default/111758473474931733'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rainhavitoria.blogspot.com/2005/05/falsa-independncia-cubana.html' title='A &quot;Falsa&quot; Independência Cubana'/><author><name>Natália C. Ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14087662051112163044</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11091814.post-111713727494114958</id><published>2005-05-24T17:48:00.000-07:00</published><updated>2005-05-29T09:18:33.536-07:00</updated><title type='text'>A Política Internacional e a Independência na América Latina</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Acontecimentos e interesses estratégicos guiaram a política externa européia para com a América Latina no início do século XIX. Isto é, os planos das potências européias sempre submetidos ao anseio de conquistar a hegemonia dentro do seu continente foram decisivos na independência das colônias latino-americanas.Um exemplo dessa influência seria o episódio da Revolução Francesa que surgiu com o princípio de nacionalismo nas relações internacionais, o que influenciou a rebelião de escravos em Saint-Dominque, por exemplo, e instigou os criollos a se emanciparem do domínio espanhol. Estas potências detentoras de forte poderio militar, financeiro e político frente àquele território, organizaram táticas para conquistar e também libertá-lo. Inglaterra, França e Espanha foram os maiores protagonizadores da Independência da América Latina. &lt;?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;&lt;/span&gt;Porém, foi um governante quem foi ainda mais marcante para tal. Gerador de conflitos por causa da sua política expansionista e militarista, Napoleão Bonaparte pôs a Península Ibérica em estado calamitoso, fazendo ameaças de invasão a Portugal caso este não aderisse ao Bloqueio Continental e tirando Fernando VII do trono hispânico para colocar seu irmão José. Alguns protestos ocorreram por parte&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt; &lt;/span&gt;de alguns espanhóis patriotas, que acusavam o novo rei de ilegitimidade. As medidas tomadas por Napoleão levaram muitas vezes a fazer com que Espanha e Portugal fizessem acordos comerciais e políticos com o parceiro inglês.. &lt;/span&gt;A política inglesa estava subordinada a Guerra Peninsular, mas a partir do desenvolvimento das revoluções hispano-americanas a diplomacia britânica tentou se manter neutra e embora soubesse da impossibilidade de reconciliação entre a colônia e a Espanha, de longe ela mediava esse acordo&lt;span style="color:black;"&gt;. A Inglaterra abre mão do Liberalismo, para não prejudicar a Espanha, e nem assumir uma posição contrária ás colônias que queriam se tornar independentes, por serem elas prováveis mercados consumidores.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;&lt;/span&gt;Com o fim das guerras napoleônicas, e após o Congresso de Viena e&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt; &lt;/span&gt;tentativa de restaurar o Ancien Régime, alguns países preferiram manter concessões da Espanha para então, manter sua legitimidade, pois França e Prússia desejavam instaurar&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt; &lt;/span&gt;mercados na América do Sul; por outro lado, as então colônias Venezuela e Nova Granada receberam exércitos espanhóis para acabar com as rebeliões. Nesse contexto, as atenções estão todas sobre as guerras européias. As campanhas de San Martin abriram o comércio do Chile e da costa peruana, as campanhas vitoriosas de Bolívar na Gran Colômbia e a independência mexicana em 1812 foram acompanhadas de grande crescimento direto com a Europa. Tudo isso fez com que em 1822, a América Latina detivesse quase 10% das exportações provindas da Inglaterra. O reconhecimento da independência das colônias espanholas foi dificultado pelas inibições monárquicas e legitimistas das potências européias. A Espanha ainda acreditava ser possível negociar a reconciliação com bases em princípios liberais. Rússia, Prússia e Áustria garantiram ao governo espanhol sua adesão à posição legitimista. A França, apesar de seus interesses comerciais não poderia reconhecer isso. pois a legitimidade era a base da restauração da monarquia Bourbon. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Na Inglaterra, o comércio continuava a crescer, o que, junto com a preocupação com a rivalidade dos EUA e da França, fez com que o ministro Canning se inclinasse a favor do reconhecimento. Isso era importante pois se tratava da nação com maior poder naval, comercial e industrial da época. Os EUA, logo reconheceram as independências, inclusive lançando a Doutrina Monroe, que pregava a não intervenção da Europa nas questões americanas. O avanço inglês e norte americano fizeram com que outras potências repensassem suas atitudes. No caso do Brasil, a consolidação de um acordo foi facilitada, pois D Pedro era herdeiro e imperador do trono português, e portanto já possuía relações fortes com algumas nações européias, o que logo após facilitou a independência também de outros países latinos através de relações comerciais. Derve-se ressaltar o fato de que a influência inglesa foi fundamental para a o processo de independência na América Latina. As colônias foram finalmente reconhecidas como legítimas, porém isso não alterou muito o rumo das relações internacionais.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11091814-111713727494114958?l=rainhavitoria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rainhavitoria.blogspot.com/feeds/111713727494114958/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11091814&amp;postID=111713727494114958' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11091814/posts/default/111713727494114958'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11091814/posts/default/111713727494114958'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rainhavitoria.blogspot.com/2005/05/poltica-internacional-e-independncia.html' title='A Política Internacional e a Independência na América Latina'/><author><name>Luiz Ricardo</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp1.blogger.com/__jji3CmKzmQ/SJKWWdhgcvI/AAAAAAAAAFE/JPIDD4L7WkE/S220/SUNP0031.JPG'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11091814.post-111655734735793025</id><published>2005-05-19T19:49:00.000-07:00</published><updated>2005-05-19T19:49:07.360-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>David Scott&amp;nbsp;&lt;a href='http://www.hello.com/' target='ext'&gt;&lt;img src='http://photos1.blogger.com/pbh.gif' alt='Posted by Hello' border='0' style='border:0px;padding:0px;background:transparent;' align='absmiddle'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href='http://photos1.blogger.com/img/261/5290/50/sem%20ttulo.jpg'&gt;&lt;img border='0' style='border:1px solid #000000; margin:2px' src='http://photos1.blogger.com/img/261/5290/320/sem%20ttulo.jpg'&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11091814-111655734735793025?l=rainhavitoria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rainhavitoria.blogspot.com/feeds/111655734735793025/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11091814&amp;postID=111655734735793025' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11091814/posts/default/111655734735793025'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11091814/posts/default/111655734735793025'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rainhavitoria.blogspot.com/2005/05/david-scott.html' title=''/><author><name>Natália C. Ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14087662051112163044</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11091814.post-111655544424720996</id><published>2005-05-19T19:15:00.000-07:00</published><updated>2005-05-19T19:17:24.253-07:00</updated><title type='text'>A Cor da Liberdade</title><content type='html'>Após onze anos de litígio, a suprema corte dos estados negou ao escravo Dred Scott o direito à liberdade e o reconhecimento do mesmo como cidadão americano.Conquanto a própria lei (Compromisso Missouri) lhe assegurasse o direito tão somente pelo fato dele ter residido em território livre, o tribunal, alegando que nem pretos livres nem escravos podem ser considerados cidadãos, vetou sua petição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A questão da abolição da escravatura é muito delicada e tem gerado grandes tensões, em algumas regiões já eclodem conflitos. O caso Scott tem servido de combustível para as desavenças no Congresso e motivo de intermináveis discussões nos partidos. O partido republicano abolicionista do norte considera esta decisão um ato conspiratório dos estados escravistas do sul que estão tentando driblar a soberania popular e manipular o congresso em benefício próprio. Enquanto que o sul denuncia a hipocrisia dos que se declaram abolicionista, mas temem a igualdade racial e os desdobramentos desta igualdade a longo prazo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A trajetória de Scott (que permaneceu um escravo) ilustra como as promessas de liberdade na América e o brilhante discurso da declaração de independência é contraditório. Ao afirmar que “todos os homens foram criados iguais e foram dotados pelo Criador de certos direitos inalienáveis que entre estes estão a vida, a liberdade e a busca da felicidade” subentende-se igualdade de direitos a todos. Entretanto, a leis foram feitas para serem interpretadas e aí se instaura um dilema. As instancias do Sul estabelecem o critério da cor para definir os seus semelhantes e as instâncias do Norte em sua maioria, adotam o critério da raça, enfim está estabelecido que o princípio de igualdade não é tão igual assim e que a liberdade infelizmente ainda tem uma cor.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11091814-111655544424720996?l=rainhavitoria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rainhavitoria.blogspot.com/feeds/111655544424720996/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11091814&amp;postID=111655544424720996' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11091814/posts/default/111655544424720996'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11091814/posts/default/111655544424720996'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rainhavitoria.blogspot.com/2005/05/cor-da-liberdade.html' title='A Cor da Liberdade'/><author><name>Luzia Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06938053311795016282</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11091814.post-111638035544611997</id><published>2005-05-17T18:38:00.000-07:00</published><updated>2005-05-17T18:41:40.500-07:00</updated><title type='text'>A lenta ascensão americana</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;Apesar de ter ascendido economicamente após a Guerra Civil, os EUA demoraram mais três décadas para se destacarem como uma grande potência mundial. Isso ocorre devido à fragmentação do governo com a intensa disputa entre o legislativo e o executivo. O desejo de expansão como forma de participar ativamente da política internacional, já que o mundo situava-se na era do imperialismo, começou fervorosamente com o governo de Seward. Seus maiores planos de expansão falharam devido às divergências dentro do governo, o mesmo que veio acontecer com os seus sucessores. Poucas foram as anexações na época, podendo citar o caso do Alaska e das Ilhas Midway. Zakaria em seu texto aponta dois modelos que justificam a expansão: o realismo clássico, baseado na expansão quando as oportunidades são apresentadas; e o realismo defensivo, baseado na expansão como resposta a ameaças. Ele mostra que esta última é falha, pois quando há ameaças, há expansão; mas quando não há, a expansão ocorre também. Os EUA só começam a tomar lugar entre as maiores potências com o fortalecimento de sua marinha, o que possibilitou a criação de diversas políticas americanas de influência em outros territórios.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11091814-111638035544611997?l=rainhavitoria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rainhavitoria.blogspot.com/feeds/111638035544611997/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11091814&amp;postID=111638035544611997' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11091814/posts/default/111638035544611997'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11091814/posts/default/111638035544611997'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rainhavitoria.blogspot.com/2005/05/lenta-ascenso-americana.html' title='A lenta ascensão americana'/><author><name>Natália C. Ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14087662051112163044</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11091814.post-111637863957592017</id><published>2005-05-17T18:09:00.000-07:00</published><updated>2005-05-17T18:10:39.580-07:00</updated><title type='text'>Visão Fechada</title><content type='html'>O filme “Cold Montain” tenta retratar o ambiente de um pequeno povoado da Carolina do Norte antes, durante e depois da Guerra Civil dos Estados Unidos. Ele é sem dúvida preciso e fiel ao mostrar traços característicos daquela sociedade como o prestígio da religião representada pelo pastor e também o orgulho e a vontade de defender sua terra. Este último fator fica claro na expectativa pela guerra contra a União (norte) e pela felicidade dos habitantes ao saber da confirmação da mesma.. Fica evidente em algumas cenas a desvantagem tecnológica e material dos sulistas, faltam roupas e comida adequadas. O filme falha em esclarecer o porque da vontade de lutar e posteriormente não explora bem os conflitos que levam o jovem Inman, protagonista do filme, a criar horror pela guerra e desertar. O amor do jovem soldado por Ada, a co protagonista, filha do pastor, justifica apenas o seu caso particular, mas não é suficiente para explicar o motivo de tantas deserções como são mostrados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O filme adota uma perspectiva sulista da guerra mostrando como a mesma atingiu os integrantes daquela sociedade, mostra que todos os homens que podiam lutar eram convocados e muitas vezes mortos em combate, deixando suas famílias abandonadas a sua própria sorte. Não esquecendo o poder da guarda estadual que impunha o terror as famílias desprotegidas e aos desertores. Essa era liderada pelo capitão Teague daqueles que lá não prosperaram. A película demonstra imparcialidade ao exibir os abusos dos soldados da união que também  estavam famintos e desgastados  psicologicamente.Talvez o único destaque realmente negativo seja a falta de menção aos escravos, que só aparecem em um gesto de bondade de Ada que leva refresco a eles, apesar de sua participação na guerra ter sido quase inexpressiva, eles foram o centro de uma das mais importantes batalhas ideológicas desta guerra entre o Norte abolicionista (embora racista) e o Sul escravista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O filme é uma trama interessante apesar de não ser o suficiente para a compreensão deste fenômeno e suas conseqüências para a sociedade dos E.U.A .  Por isso é válido como uma experiência específica,mas não como um olhar de todo o quadro.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11091814-111637863957592017?l=rainhavitoria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rainhavitoria.blogspot.com/feeds/111637863957592017/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11091814&amp;postID=111637863957592017' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11091814/posts/default/111637863957592017'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11091814/posts/default/111637863957592017'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rainhavitoria.blogspot.com/2005/05/viso-fechada.html' title='Visão Fechada'/><author><name>Luzia Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06938053311795016282</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11091814.post-111578639299862024</id><published>2005-05-10T07:34:00.000-07:00</published><updated>2005-05-10T21:39:53.010-07:00</updated><title type='text'>O preço da Liberdade</title><content type='html'>O patriota, filme dirigido por Roland Emmerich e protagonizado por Mel Gilbson, tem uma excelente produção que retrata a história da guerra civil americana, e como se deu a luta pela independência dos Estados Unidos sob a perspectiva dos colonos que lutavam, sobretudo pela liberdade e pela segurança de suas próprias famílias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O filme narra a história de um ex-herói da guerra franco-indiana (a guerra dos sete anos), Benjamin Martin (Mel Gibson) que abandonou a luta armada para criar sua família em paz na Carolina do Sul. Mas as relações entre as colônias americanas e a monarquia inglesa constantemente se chocavam e os americanos decidiram rebelar-se contra a opressão inglesa. Martin, não está disposto a mais uma vez envolver-se com a guerra, contudo, seu filho mais velho, Gabriel (Heath Ledger), é fortemente influenciado  pelos  discursos radicais e a panfletagem ideológica , a guerra pela independência e a possibilidade da construção de um Novo Mundo, segundo ele, é justa e por isso decide se inscrever junto ás tropas revolucionárias americanas contrariando seu pai.  Apesar de ser contrário a participação de seu filho na guerra e de estar determinado a não lutar, Benjamin Martin é afrontado por  um regimento britânico, sob o comando do cruel Coronel Tavington (Jason Isaacs), que chega às portas da sua fazenda e os considera traidores da coroa inglesa ,assassina um de seus filhos mais jovens, pondo em risco tudo aquilo que ele mais preza - sua família. Com sua casa na Carolina do Sul ameaçada, Martin concorda em ir à guerra ao lado do filho patriota e idealista e lidera o destemido exército revolucionário na luta contra as devastadoras e cruéis tropas britânicas. Ao final, este herói involuntário descobre que o único modo de proteger sua família é engajando-se na luta pela independência de sua jovem nação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pesar do filme privilegiar mais o patriotismo exacerbado, os valores morais em defesa da família e a guerra como sendo único caminho para a independência e deixar num plano secundário  os aspectos da crise político-econômicos (como a insatisfação dos colonos com o arrocho dos impostos e a invenção de leis como a do selo, etc) o filme relatou com grande riqueza de detalhes e um realismo impressionante a guerra e a maneira como eram conduzidas (utilização de baionetas e mosquetes, canhões, a disciplina dos exércitos) mostrou que apesar da grande desvantagem que a milícia americana estava, pois a mesma era composta em sua maioria, por fazendeiros e escravos contra um exército maior e mais especializado, que  também detinha o domínio dos mares – o exército inglês; os americanos lutaram e venceram porque tinham um ideal, foi  a  causa que inspirou e influenciou a maneira que eles lutaram, embora o apoio do exército francês ter sido fundamental para  a consolidação da vitória sobre os Ingleses. Outro detalhe interessante foi a participação dos escravos que lutaram em ambos os lados também em busca da liberdade e o término do filme que deixa subtendido o desafio da revolução americana, a tarefa de implementar a Liberdade para todos os homens quer brancos quer negros.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11091814-111578639299862024?l=rainhavitoria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rainhavitoria.blogspot.com/feeds/111578639299862024/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11091814&amp;postID=111578639299862024' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11091814/posts/default/111578639299862024'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11091814/posts/default/111578639299862024'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rainhavitoria.blogspot.com/2005/05/o-preo-da-liberdade.html' title='O preço da Liberdade'/><author><name>Luzia Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06938053311795016282</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11091814.post-111534462486765507</id><published>2005-05-05T18:54:00.000-07:00</published><updated>2005-05-05T18:57:04.873-07:00</updated><title type='text'>Um país para (quase) todos</title><content type='html'>Concluída apenas em 1787, onze anos após a Declaração de Independência das Treze Colônias, a Constituição americana tem como sua principal marca o estabelecimento da democracia, do bem-estar do povo, da segurança territorial e das estruturas gerais do poder. Visivelmente influenciado pelas idéias iluministas, o documento recorre à noção de liberdade com bastante freqüência, além de conter algumas menções de cunho religioso, próprias do costume dos habitantes desse recém-formado país.&lt;br /&gt;O primeiro elemento advindo da Constituição a ser observado é o sistema bicameral que foi instaurado, ou seja, um Congresso composto de um Senado e de uma Câmara de Representantes. Levando em consideração a diferença demográfica entre os Estados, podemos constatar uma contradição no que se refere às eleições desses governantes. Por um lado, o número de representantes que cada Estado tem direito a eleger é proporcional à sua população. Em contrapartida, o mesmo critério não é adotado na escolha de senadores (dois senadores eleitos por Estado). Outra importante característica a ser analisada é a implantação do federalismo, que deu aos Estados uma considerável autonomia, melhor exemplificada na dimensão legislativa, onde leis específicas poderiam ser criadas&lt;br /&gt; e aplicadas, sendo respeitadas pelos demais Estados. No entanto, essa liberdade não os livra das decisões do Supremo Tribunal e dos pequenos tribunais eventualmente estabelecidos, especialmente quando envolvidas questões relativas a embaixadores, ministros e cônsules, e também a guerras, soberania e defesa, o que evidencia uma preocupação particular com a política externa e com a segurança dos Estados Unidos. Temos também, a divisão dos poderes em executivo, legislativo e judiciário, todos eles contendo instituições independentes e bem delineadas, onde o Presidente desenvolve um papel de destaque porém não totalmente decisivo. Por fim, podemos considerar os Estados Unidos um país laico, tendo em vista que a liberdade de culto foi concedida à todos os seus habitantes e ao mesmo tempo igualitário, na medida em que o sufrágio universal e igualdade perante à lei atomiza os indivíduos, ao invés de hierarquizar.&lt;br /&gt;Mas alguns outros aspectos desta constituição, nem tão positivos se comparados aos já mencionados, podem ser discutidos. Dentre eles, o mais preocupante é a exclusão civil dos índios americanos, que por não pagarem impostos, são alijados do sistema eleitoral e posteriormente de benefícios sociais, pondo a idéia de igualdade, uma das paixões de todos os cidadãos da América, em jogo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11091814-111534462486765507?l=rainhavitoria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rainhavitoria.blogspot.com/feeds/111534462486765507/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11091814&amp;postID=111534462486765507' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11091814/posts/default/111534462486765507'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11091814/posts/default/111534462486765507'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rainhavitoria.blogspot.com/2005/05/um-pas-para-quase-todos.html' title='Um país para (quase) todos'/><author><name>Rogério Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09114119043679299375</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11091814.post-111396269109399641</id><published>2005-04-19T19:04:00.000-07:00</published><updated>2005-04-19T19:29:16.936-07:00</updated><title type='text'>Concerto Europeu e Revoluções Liberais</title><content type='html'>Após a derrota de Napoleão, as forças conservadoras se reuniram em Viena para derrotar a ação revolucionária que se instalava na Europa. Tinham como principal objetivo o &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Concerto Europeu&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, ou seja, construir um longo período de paz no continente, tendo como mecanismo a balança de poder. Para conseguir a tão sonhada estabilidade, os países participantes se reuniam cada vez que uma revolução liberal ameaçava o princípio de legitimidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;1) Congresso de Aix-la-Chapelle -&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; composto por Inglaterra, Áustria, Prússia e Rússia e foi realizado em 1818. A principal medida tomada foi a retirada de tropas estrangeiras da França.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;2) Congresso de Troppau -&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; reuniu a França, Áustria, Rússia, Prússia e Inglaterra em 1820. Foi convocado para discutir uma possível supressão das revoltas liberais contra Ferdinand I das Duas Sicílias e Ferdinand VII da Espanha. Nenhuma posição foi tomada sobre tal discussão que foi deixada para ser resolvida em outros congressos (Laibach e Verona). A única medida tomada foi a assinatura pela Áustria, Rússia e Prússia de um protocolo que ameaçava ações armadas em qualquer tentativa revolucionária que perturbasse o status quo. Inglaterra e França se recusaram a assinar o protocolo, o que causou o primeiro enfraquecimento no sistema de congressos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;3) Congresso de Laibach -&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; conferência que reuniu a França, Áustria, Rússia, Prússia e Inglaterra em 1821. Foi convocada para as discussões começadas no Congresso de Troppau serem completadas. O Congresso fez com que as divergências entre Inglaterra e as potências da Santa Aliança (Rússia, Áustria e Prússia) aumentassem. A principal medida tomada foi a sanção da intervenção da Áustria nas revoltas de Nápoles e Piemonte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;4) Congresso de Verona -&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; Último encontro da Quádrupla Aliança (1822). Foi convocado para discutir a revolução na Espanha contra Ferdinand VII. O Congresso autorizou que a França reprimisse a rebelião sob um mandato da Santa Aliança. Essa decisão foi discordada pela Inglaterra o que causou uma crescente desunião entre a Inglaterra e as outras potências.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Revolução Francesa aguçou a sentimento de nacionalismo em diversos povos o que ocasionou diversas revoluções liberais. Foram os casos da:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;1) Grécia -&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; foi o primeiro grande movimento nacionalista. O movimento de libertação da Grécia contra o Império Otomano começa em 1821 e desenvolve-se até 1830, quando é proclamada a Independência. Esse movimento fortaleceu o nacionalismo e as idéias liberais, causou o fim da Santa Aliança e acirrou a disputa entre Inglaterra e Rússia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;2) Egito -&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; A Rússia apóia o Império Turco-Otomano a fim de obter uma passagem pelos estreitos de Bósforo de Dardanelos, enquanto a Inglaterra e a França, formando a Entente Cordiale, apóia o Egito. O Egito consegue sua autonomia política em relação ao Império Turco-Otomano, mas torna-se dependente economicamente a França e Inglaterra. Com o fim da guerra, é permitida a passagem livre de navios comerciais, o que favorece a Inglaterra, e fica proibido a passagem de navios militares, o que desfavorece a Rússia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;3) A Guerra da Criméia - &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;é o último grande conflito do Conserto Europeu. Começa com a invasão russa dos principados otomanos do Danúbio, em 1853. A Turquia recebe o apoio do Reino Unido, França e Sardenha, interessados em impedir que a Rússia controle os estreitos de Bósforo e Dardanelos. Em troca, permite a entrada de capitais ocidentais na Turquia. Mas na Conferência de Londres, em 1875, a Rússia obtém o direito de livre trânsito nos estreitos e, em 1877, inicia nova guerra contra a Turquia a pretexto de libertar os cristãos dos Bálcãs. O Congresso de Berlim, em 1878, consagra a independência dos Estados balcânicos e as perdas turcas de Chipre, para o Reino Unido, da Armênia e parte do território asiático para a Rússia e da Bósnia-Herzegóvina para o Império Austro-Húngaro. Em 1895 o Reino Unido apresenta um plano de partilha da Turquia, rechaçado pela Alemanha, que prefere garantir para si concessões ferroviárias. A principal conseqüência da guerra é o reconhecimento da França como portência, novamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/img/261/5290/50/crimia.jpg"&gt;&lt;img style="BORDER-RIGHT: #000000 1px solid; BORDER-TOP: #000000 1px solid; MARGIN: 2px; BORDER-LEFT: #000000 1px solid; BORDER-BOTTOM: #000000 1px solid" src="http://photos1.blogger.com/img/261/5290/320/crimia.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;em&gt;Península da Criméia&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;4) Bélgica -&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; Os belgas desejavam a independência em relação aos Países Baixos porque tinham religião e língua diferentes. A Inglaterra apoiou a Bélgica para ter uma “entrada” no continente Europeu, formando a Aliança Anglo-Belga. O levante de Bruxelas, em 1830, conduz à criação de um governo e um Congresso Nacional provisórios na Bélgica. &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11091814-111396269109399641?l=rainhavitoria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rainhavitoria.blogspot.com/feeds/111396269109399641/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11091814&amp;postID=111396269109399641' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11091814/posts/default/111396269109399641'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11091814/posts/default/111396269109399641'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rainhavitoria.blogspot.com/2005/04/concerto-europeu-e-revolues-liberais.html' title='Concerto Europeu e Revoluções Liberais'/><author><name>Natália C. Ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14087662051112163044</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11091814.post-111344647503612010</id><published>2005-04-13T19:39:00.000-07:00</published><updated>2005-04-13T19:43:43.996-07:00</updated><title type='text'>Concerto ou Conserto.  Eis a questão.</title><content type='html'>Após  nove meses de reuniões e de intermináveis discussões a respeito do "conserto" do mapa político da Europa, finalmente o congresso parou de dançar e começou a andar. Representantes de todas as delegações européias estavam presentes em Viena, dentre estes, os que mais se pronunciaram frente as negociações foram o príncipe von Metternich representando a Áustria, o secretário das relações exteriores inglês Lord Castlereagh, o príncipe francês Talleyrand, o  czar russo Alexandre I,  o príncipe da Prússia von Hardenberg e também o Papa Pio VII  representndo a Santa Sé.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitos temas importantes permearam as discussões  - desde a questão do equilíbrio europeu e sua importância para estabelecer a paz , passando pelo princípio das legitimidades, considerando a questão da Polônia e da Saxônia; as reivindicações feitas pelo Papa Pio VII a respeito da devolução dos bens sagrados da igreja e principalmente das terras da Santa Sé e inclusive seus deslizes gramaticais nas conversações -  o tão temido e insesperado retorno do considerado "Filho de Satã" - Napoleão e  até a felicidade do povo polonês, principalmente por esta depender de fato, para quem seria delegado a responsabilidade de incorporar este território.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em nome dos princípios cristãos muitos interesses pareciam se fundir. Uma verdadeira simbiose de fé e materialismo resultando o que Talleyrand intitulou  como Princípio das Legitimidadeds, muito apropriado para o congresso em questão, pois o debate sobre a anexação dos territórios da Polônia e da Saxônia deveriam obedecer a este princípio, e na realidadeem era o que muitos representantes esperavam para confirmar suas posições. A partir desta simbiose, também se formou pela primeira vez, uma Santa Aliança (Áustria, Russía e Prússia ) - denominada pelo Lord Castlereagh como "um exemplo absurdo de misticismo sublime" - e um exército internacional aprovado pelo Poderoso Deus e imbatível no combate as influências idedológicas iluministas, liberalistas e nacionalistas disseminadas durante o período napoleônico. Enquanto se formava também a Quadrupla Aliança, esta com a participação da França, a Inglaterra se posicionou e preocupou-se em fortaecer o príncípio do equilíbrio afim de promover a paz para felicidade geral européia. Infelizmente nem todos os participantes do congresso puderam ficar satisfeitos, a Espanha apesar de tentar diminuir a representatividade do governo português alegando não ser legítima a presença do Conde de Palmel, reivindicou, invocando o princípio da legitimidade, as terras da província do Sacramento. Portugal por sua vez, para conseguir o reconhecimento inglês pecisava abrir mão de uma de suas atividades mais lucrativas - a escravidão e o tráfico negreiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O concerto europeu muitas vezes durante os ensaios saiu do tom e desafinava, perdia a harmonia e o compasso de sua melodia e acabava se desconcertando, entretanto, teve ainda que por um motivo irônico - o retorno repentino de Napoleão, apressadamente afinarse para evitar que o pior acontecesse. Foi então que finalmente chegaram ao consenso de cooperação : A França permaneceu com suas fronteiras iguais as do antigo regime, a Rússia cedeu parte da Polõnia, a Prussia ficou com parte da região do Reno na Alemanha e a Áustria recebeu Lombardia e Veneza além da supremacia política sobre a Itália e a mais beneficiada de todos , a Inglaterra que conseguiu aquilo que pretendia, o equilíbrio entre as potências e ainda garantir sua supremacia nos mares devido a anexação de pontos estratégicos no Mediterrâneo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11091814-111344647503612010?l=rainhavitoria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rainhavitoria.blogspot.com/feeds/111344647503612010/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11091814&amp;postID=111344647503612010' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11091814/posts/default/111344647503612010'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11091814/posts/default/111344647503612010'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rainhavitoria.blogspot.com/2005/04/concerto-ou-conserto-eis-questo.html' title='Concerto ou Conserto.  Eis a questão.'/><author><name>Luzia Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06938053311795016282</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11091814.post-111319399168710166</id><published>2005-04-10T21:22:00.000-07:00</published><updated>2005-04-10T21:33:11.686-07:00</updated><title type='text'>Fenômeno passageiro (reportagem de bloco II)</title><content type='html'>O projeto reformista que tomou conta do cenário de alguns paises absolutistas a partir da segunda metade do presente século (XVIII), se esfacela em meio à suas próprias contradições.&lt;br /&gt;O despotismo esclarecido ou reformismo ilustrado foi a tentativa de trazer alguns ideais do iluminismo para dentro da estrutura do estado, visando a sua modernização. Os principais monarcas esclarecidos, José segundo (Áustria), Catarina segunda (Rússia), Marquês de Pombal (Portugal), Frederico segundo (Prússia) e Carlos terceiro (Espanha), falharam por reter deste ideal, apenas os pontos que lhes interessava desprezando os alicerces fundamentais do pensamento iluminista. Mexeram na relação estado-igreja,racionalizaram parte da economia e empregaram algumas reformas sociais, fazendo isso perderam o apoio da nobreza e do clero lhes restando apenas a burguesia, relativamente fraca nestes lugares.&lt;br /&gt;O pilar de sustentação do iluminismo era a razão , já o do sistema monárquico absolutista  era o direito divino que não envolve razão alguma . Desde esse momento se torna claro o destino a que estava fadado o despotismo esclarecido . as idéias se negavam logo não poderiam coexistir pacificamente por muito tempo .Fica da seguinte experiência apenas um iluminismo reforçado e monarquias enfraquecidas por suas próprias fraquezas que já vêem ao horizonte o seu final trágico .&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11091814-111319399168710166?l=rainhavitoria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rainhavitoria.blogspot.com/feeds/111319399168710166/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11091814&amp;postID=111319399168710166' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11091814/posts/default/111319399168710166'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11091814/posts/default/111319399168710166'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rainhavitoria.blogspot.com/2005/04/fenmeno-passageiro-reportagem-de-bloco.html' title='Fenômeno passageiro (reportagem de bloco II)'/><author><name>pedro benetti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07253248371404420703</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11091814.post-111268702810085273</id><published>2005-04-05T00:36:00.000-07:00</published><updated>2005-04-06T08:28:41.563-07:00</updated><title type='text'>Imperador da França, servo da Liberdade</title><content type='html'>Indubitavelmente a Revolução Francesa foi um marco na história Moderna de nossa civilização, alterando radicalmente a estrutura do poder e promovendo significativas mudanças no âmbito social, tais como o fim da sociedade estamental. Quatro anos após a queda da Bastilha, o feudalismo já havia sido totalmente desmantelado e os ideais iluministas que fomentaram o rompimento com o Antigo Regime extravasavam. A paixão genuína do povo francês pela liberdade e o sentimento inédito de nacionalismo indicavam que a recém-formulada “nação superior” seria a única capaz de respaldar a libertação dos povos oprimidos através da difusão dos mesmos valores que a transformaram. E para cumprir esse árduo dever ecumênico, surge a figura marcante de Napoleão Bonaparte.&lt;br /&gt;Muito além de uma simples personificação de “igualdade, liberdade e fraternidade”, lema pelo qual o jovem general corso era aficcionado, Napoleão conseguiu como ninguém, juntar competência, liderança e carisma. Sua incrível capacidade de administrar e supervisionar pessoas, sua prodigiosa memória, seu espírito de grandeza, somados a uma série de outras virtudes e é claro, ao seu renovado e eficiente exército (&lt;em&gt;Grand Armée&lt;/em&gt;), possibilitaram a conquista de territórios importantes por todo o continente e a tão sonhada exportação da experiência francesa. Os efeitos dessa expansão foram fortes o suficiente para abalar o absolutismo por toda a Europa, e mesmo depois do fracasso de Waterloo e de todo o esforço da Santa Aliança, a transição para um Estado burguês parecia um fenômeno inexorável. Esse novo Estado; cujas principais bases perduram até os dias atuais na maioria dos países; planejado e executado por Napoleão, e sustentado pelos Códigos Napoleônicos, pela formação de um Estado laico não mais vinculado à Igreja, por uma reforma no ensino (liceus), pela criação de um Banco Nacional e de uma burocracia forte (funcionalismo público), assegurou estabilidade e prosperidade, o que só reforçou ainda mais a admiração das massas por seu já venerado líder.&lt;br /&gt;Do caos do Diretório ao sucesso de uma nação que passou a sonhar alto. De pequeno cabo a general temido e vitorioso. De uma sociedade (ou sociedades) dominada pela cega e costumeira tradição a uma sociedade livre onde as capacidades e os méritos pessoais sobrepõem meras questões de honra. Napoleão foi protagonista de todas essas passagens e contribuiu de forma decisiva para que elas acontecessem de forma mais rápida e que fossem infalíveis. Tendo isso em vista, não é difícil imaginar porque Napoleão é a segunda personalidade mais retratada no campo literário em todo o planeta, em um total de mais de cem mil obras a respeito de sua gloriosa vida, seu exemplo, sua genialidade e de seu legado, que por mais um longo tempo ditará as regras do jogo sócio-político ocidental.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11091814-111268702810085273?l=rainhavitoria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rainhavitoria.blogspot.com/feeds/111268702810085273/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11091814&amp;postID=111268702810085273' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11091814/posts/default/111268702810085273'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11091814/posts/default/111268702810085273'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rainhavitoria.blogspot.com/2005/04/imperador-da-frana-servo-da-liberdade.html' title='Imperador da França, servo da Liberdade'/><author><name>Rogério Andrade</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09114119043679299375</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11091814.post-111215142671307190</id><published>2005-03-29T18:54:00.000-08:00</published><updated>2005-03-29T18:57:06.716-08:00</updated><title type='text'>REVOLUÇÃO FRANCESA</title><content type='html'>1) A burguesia teve um papel fundamental na Revolução Francesa. A ideologia revolucionária foi burguesa, a direção do movimento revolucionário permaneceu sempre nas mãos da burguesia e o Estado criado atendia aos interesses econômicos burgueses.As idéias burguesas, baseadas no liberalismo clássico formulado por "filósofos" e "economistas" deram uma unidade ao movimento revolucionário.A fim de alcançar seus objetivos, a burguesia levou idéias de liberdade e de mudanças às massas para que estas se rebelassem contra a antiga ordem. Sua primeira vitória foi alcançada na formação da Assembléia Nacional, órgão composto por representantes do Terceiro Estado que entre outras ações, formulou a Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão, na qual fica claro a influência burguesa no Estado.Apesar de grandes revoltas camponesas durante o período revolucionário, a burguesia sempre manteve o controle do Estado conseguindo obter muitos dos seus objetivos.A burguesia só perdeu esse poder a partir da ascenção de Napoleão ao poder.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3) A Revolução Francesa influenciou diversas revoluções nos séculos posteriores em virtude de seu lema: "Igualdade, lealdade e fraternidade". O período jacobino se caracterizou pelas medidas radicais que foram tomadas a fim de se obter uma política mais igualitária. Muitos Estados anseavam por igualdade social e um governo mais justo, tomando por bases os feitos e revoltas do período jacobino. Os conservadores do século XIX temiam a radicalização das "massas"; acreditavam que o Estado deveria ser governado apenas por pessoas esclarecidas e não acreditavam em igualdade verdadeira. Acreditavam que onde havia liberalismo não poderia haver democracia.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11091814-111215142671307190?l=rainhavitoria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rainhavitoria.blogspot.com/feeds/111215142671307190/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11091814&amp;postID=111215142671307190' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11091814/posts/default/111215142671307190'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11091814/posts/default/111215142671307190'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rainhavitoria.blogspot.com/2005/03/revoluo-francesa.html' title='REVOLUÇÃO FRANCESA'/><author><name>Natália C. Ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14087662051112163044</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11091814.post-111197079733819207</id><published>2005-03-27T16:46:00.000-08:00</published><updated>2005-03-27T16:46:37.340-08:00</updated><title type='text'>Tarefa 6: Allons enfants de la patrie, le jour de gloire est arrivé.</title><content type='html'>1) Baseado na leitura do texto de Hobsbawn,  " A Era das Revoluções",&lt;br /&gt; discuta o papel da burguesia na Revolução Francesa?&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; 2) Porque Soboul em " A Revolucão Francesa"  afirma que a Revolução Francesa é uma etapa necessária da transição do feudalismo para o capitalismo?&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; 3) Destaque, no longo prazo, a importância do período do terror jacobino e da radicalizacao revolucionária, para o impacto que a Revolução Francesa teria na história dos séculos seguintes, segundo a perspectiva de Hobsbawn em "Ecos da Marselhesa"?&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; Cada grupo só precisa responder a DUAS das tres perguntas, sendo que a primeira é obrigatória.  Cada pergunta deve ser respondida em apenas um parágrafo.  Deadline: Terça, 29/03, meia-noite. Bom trabalho a todos!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11091814-111197079733819207?l=rainhavitoria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rainhavitoria.blogspot.com/feeds/111197079733819207/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11091814&amp;postID=111197079733819207' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11091814/posts/default/111197079733819207'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11091814/posts/default/111197079733819207'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rainhavitoria.blogspot.com/2005/03/tarefa-6-allons-enfants-de-la-patrie.html' title='Tarefa 6: Allons enfants de la patrie, le jour de gloire est arrivé.'/><author><name>professor</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11919576689326565821</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11091814.post-111152759083079841</id><published>2005-03-22T13:45:00.000-08:00</published><updated>2005-03-24T08:28:43.986-08:00</updated><title type='text'>VITÓRIA'S TIME</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;Müster, 24 de outubro de 1648&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Finalmente puritanos e protestantes chegam a um acordo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:78%;"&gt;&lt;em&gt;por: Luiz Ricardo&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:78%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;A&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;série de conflitos que envolviam principalmente combatentes de duas forças do Sacro Império Romano teve hoje seu fim decretado. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;As cidades de Müster e Osnabrück serviram de palco para que, o imperador Ferdinando III, juntatmente com aproximadamente 300 legatários representando quase todas as forças políticas importantes da Europa, assinasse a Paz de Vestfália&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Foram consideradas questões como as disputas entre católicos e protestantes que se arrastam por quase trinta anos e já dizimaram milhares de pessoas. Nesta reunião fecharam-se diversos acordos dentre outros, os mais importantes: suiços e holandeses tornaram-se autônomos; o poder do imperador da dinastia Habsburg foi reduzido em favor dos príncipes e dos membros do Reich; o império manteve sua constituição federalista e as religiões católica e protestante passaram a ter os mesmos direitos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Em um âmbito geral, o tratado de Vestfália cosolida a formação dos Estados Soberanos. Inicia-se, então, uma Nova Europa. Dividida em Estados independentes, mais organizada e anti-hegemônica, a realidade dessa Europa soa agora como um golpe na tentativa de dominação dos Habsburgos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11091814-111152759083079841?l=rainhavitoria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rainhavitoria.blogspot.com/feeds/111152759083079841/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11091814&amp;postID=111152759083079841' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11091814/posts/default/111152759083079841'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11091814/posts/default/111152759083079841'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rainhavitoria.blogspot.com/2005/03/vitrias-time.html' title='VITÓRIA&apos;S TIME'/><author><name>Luiz Ricardo</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp1.blogger.com/__jji3CmKzmQ/SJKWWdhgcvI/AAAAAAAAAFE/JPIDD4L7WkE/S220/SUNP0031.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11091814.post-111111070986314542</id><published>2005-03-17T17:50:00.000-08:00</published><updated>2005-03-17T17:57:44.360-08:00</updated><title type='text'>Paz de Westphalia por Krasner e Watson</title><content type='html'>Para compreender bem as diferentes interpretações atribuídas ao valor da paz de Westphalia como marco decisivo no processo histórico de formação do sistema internacional é necessário o entendimento objetivo do que foi a paz de Westphalia.A Europa vivia nos séculos XVI e XVII um momento de turbulência causado por diversas guerras principalmente religiosas. A principal e mais violenta destas foi a guerra dos trinta anos travada entre diversas potências européias.Devastadas por quase um século de guerras sistemáticas as potências chegaram a dois acordos que compuseram a paz de Westphalia de 1648: tratado de Osnabruck que determinou a paz entre Habsburgos e os suecos.E o tratado de Munster que determinou a paz entre os mesmos Habsburgos e os franceses.O que será discutido abaixo comparando as visões de Stephen D. Krasner e Adam Watson é se de fato o tratado foi uma marco do surgimento do conceito de soberania nas relações internacionais.&lt;br /&gt;Krasner tenta em seu texto (westphalia and all that ) provar que o conceito de soberania não surge repentinamente mas sim como parte de um longo processo iniciado antes inclusive do inicio das guerras religiosas na Europa . Ele cita como sendo mais gritante o caso das cidades-estados do norte da itália que conseguiram ter no século XIV sua soberania respeitada através da sua capacidade econômica e militar .Mostra ainda que o conceito de soberania nunca é de fato pleno, ele depende da capacidade de certo estado de manter esta soberania intacta, o que ele provou com alguns exemplos ser quase impossível em todos os aspectos .Para isso o autor cita o exemplo da invasão de drogas que ocorre nos EUA freqüentemente. Ainda assim ele afirma que a paz de Westphalia não pode ser considerada um marco pelo fato de que os próprios tratados que compuseram a paz restringiram a soberania dos governantes em certos aspectos como o fato de ter de ser respeitada a tolerância religiosa em todos os paises.Além disso as duas grandes instituições universais não foram extintas com a paz de Westphalia , eram elas o papa e o sacro império romano.Estas instituições continuaram ativas apesar de terem tido sua influência reduzida. Em linhas gerais Krasner aponta em seu texto como todo o processo ocorre na formação do conceito que hoje temos de soberania e inclusive questiona a validade absoluta deste conceito.&lt;br /&gt;Já Adam watson começa seu texto (the evolution of international society)nos dando um panorama completo do que era a Europa no momento retratado , como isso já foi feito de maneira superficial nas linhas acima , não há necessidade de se concentrar nesse ponto .O que tem verdadeira valia no texto é a apresentação do ponto de vista completamente oposto ao de Krasner que enxerga a soberania como um processo . Para Watson se pode perceber claramente como Westphlaia foi um momento crucial  no surgimento do conceito de soberania dentro do sistema internacional . Segundo ele a maior instituição universal da época , o sacro império romano , teve sua autoridade extremamente debilitada e por conseqüência foi  afirmada a autoridade de cada governante sobre seu próprio estado , além do sentimento anti- hegemônico que  uniu todos em volta de um senso de respeito comum o que reflete perfeitamente o conceito de soberania . &lt;br /&gt;Muito se discute o verdadeiro papel da paz de Westphalia mas através da leitura e comparação de ambas as teses chega-se a conclusão de que o desenvolvimento da idéia de soberania se deu através do tempo talvez culminando no acordo citado acima mas sem duvida não foi um conceito criado repentinamente e ratificado em um tratado.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11091814-111111070986314542?l=rainhavitoria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rainhavitoria.blogspot.com/feeds/111111070986314542/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11091814&amp;postID=111111070986314542' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11091814/posts/default/111111070986314542'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11091814/posts/default/111111070986314542'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rainhavitoria.blogspot.com/2005/03/paz-de-westphalia-por-krasner-e-watson.html' title='Paz de Westphalia por Krasner e Watson'/><author><name>pedro benetti</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07253248371404420703</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11091814.post-111094031854980258</id><published>2005-03-15T18:31:00.000-08:00</published><updated>2005-03-15T18:31:58.550-08:00</updated><title type='text'>Comparação entre o texto de C. Tilly e P. Anderson</title><content type='html'>Comparando os textos elaborados por Charles Tilly e Perry Anderson podemos constatar os pontos de vista da formação do Estado Absolutista por perspectivas diferentes. O primeiro, baseado na teoria de Max Weber associa a formação dos Estados ao uso legítimo da força, à guerra e ao surgimento das forças armadas e vice-versa; enquanto o segundo tomará por preferência alguns conceitos formulados por Engels e Marx para explicar o surgimento do capitalismo e sua importância nesse processo.&lt;br /&gt;            De acordo com Charles Tilly, o surgimento do Estado e toda sua estrutura política, econômica, administrativa e social está intimamente relacionada às guerras e à formação dos exércitos. Pois de fato, o poder de coerção funciona e através dele se obtém inúmeras vantagens, tais como: dinheiro (advindo com a cobrança exaustiva dos impostos) e poder. É também a maneira "ideal" de garantir a expansão territorial.&lt;br /&gt;            Para Perry Anderson, a mudança do sistema feudal para o sistema absolutista, não foi uma mudança marcada simplesmente pela política, uma vez que ele constata que a estrutura feudal permanecera a mesma (a nobreza e a burguesia encontram-se em equilíbrio e usufruem de privilégios, ou seja, continuam ocupando posições de destaque seja no exército, na burocracia, na diplomacia) e os camponeses continuam sendo oprimidos. Enfim, o modelo estrutural do feudalismo continuava sutilmente sendo reproduzido. Contudo, era motivado e influenciado pelo germe da nova economia capitalista.&lt;br /&gt;            Apesar dos autores analisarem o regime absolutista e seus desdobramentos sob ângulos diferentes, ambos convergem no seguinte ponto: é a guerra patrocinada pelos interesses capitalistas que se constitui o meio mais rápido e racional para a consolidação do regime absolutista.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11091814-111094031854980258?l=rainhavitoria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rainhavitoria.blogspot.com/feeds/111094031854980258/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11091814&amp;postID=111094031854980258' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11091814/posts/default/111094031854980258'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11091814/posts/default/111094031854980258'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rainhavitoria.blogspot.com/2005/03/comparao-entre-o-texto-de-c-tilly-e-p.html' title='Comparação entre o texto de C. Tilly e P. Anderson'/><author><name>Natália C. Ferreira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14087662051112163044</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11091814.post-111050803743486987</id><published>2005-03-10T18:27:00.000-08:00</published><updated>2005-03-10T18:39:01.220-08:00</updated><title type='text'>Comentário Crítico : Ascenção e queda das grandes potências</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/img/271/4052/640/livro1.jpg"&gt;&lt;img style="BORDER-RIGHT: #000000 1px solid; BORDER-TOP: #000000 1px solid; MARGIN: 2px; BORDER-LEFT: #000000 1px solid; WIDTH: 115px; BORDER-BOTTOM: #000000 1px solid; HEIGHT: 167px" height="227" src="http://photos1.blogger.com/img/271/4052/320/livro1.jpg" width="92" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;  &lt;span style="font-family:arial;"&gt;Paul Kenndy mostra o por quê da Europa ter se sobressaído como potência quando outros impérios estavam em posições tão destacadas ou até de mais destaque que a Europa. Afirma que a Europa enfrentou menos obstáculos que esses impérios e soube se aproveitar disso, favorecendo o florescimento de sua atividade econômica e, em conseqüência, seu crescimento. Dá grande importância ao fato do poder político ser descentralizado (em grande parte devido à sua geografia que dificultava a imposição de um controle centralizado), o que impedia o sufocamento do comércio por um poder central. E, com o desenvolvimento das cidades- estado, surge uma corrida armamentista, com o desenvolvimento de novas tecnologias e armamentos, o que não ocorreu nos outros impérios, como a China da Dinastia Ming e o império Turco-otomano, os império de maior proeminência na época. Ambos, por já terem um poder centralizado, não apresentaram essa corrida e decaíram a partir de então. A China, com toda sua tecnologia, seu exército e sua indústria de ferro, resolve se fechar em torno de si, parte devido à pressões mongóis em sua fronteira setentrional e parte devido ao conservantismo de sua burocracia. Além de serem contra o comércio e contra a manutenção de um exército para guerra. Isto emperra suas possibilidades de conquistar uma hegemonia. Enquanto o império turco-otomano, uma verdadeira máquina de guerra, resolve se fechar devido aos enormes gastos para manter seu vasto território, além de seu poder centralizado e despótico atrapalhar o comércio. Abrem, então, o caminho para a Europa. Mas me parece um pouco exagerado creditar toda sobrepujança européia apenas à sua descentralização e sua conseqüências. O que seria se a China não tivesse se fechado e investido em armas e expansão? E se os turcos tivessem objetivo o mesmo retorno das descobertas européias no hemisfério ocidental e não tivessem parado seu imperialismo? Foi uma conjunção de fatores e incidentes que levaram a Europa a se tornar o centro do mundo pelos próximos séculos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11091814-111050803743486987?l=rainhavitoria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rainhavitoria.blogspot.com/feeds/111050803743486987/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11091814&amp;postID=111050803743486987' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11091814/posts/default/111050803743486987'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11091814/posts/default/111050803743486987'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rainhavitoria.blogspot.com/2005/03/comentrio-crtico-asceno-e-queda-das_10.html' title='Comentário Crítico : Ascenção e queda das grandes potências'/><author><name>Luzia Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06938053311795016282</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11091814.post-111032892849754881</id><published>2005-03-08T16:36:00.000-08:00</published><updated>2005-03-08T16:55:41.806-08:00</updated><title type='text'>Resumo: After Victory - The Problem of Order</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;Geralmente, a organização mundial acontece após grandes guerras. Os vencedores destas são responsáveis pela reconstrução do mundo pós guerra. Há três caminhos que podem ser tomados: a dominação, usando seu poder militar para prevalecer mos intermináveis conflitos sobre distribuição de ganhos; o abandono, não se manifestando nas disputas após o pós-guerra; ou a transformação, transformando seu favorável poder após a guerra em uma ordem durável que comande os outros Estados. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:85%;"&gt;Historicamente, os Estados vencedores tomaram o terceiro caminho, mais recentemente, eles têm lidado com incertezas e disparidades usando estratégias institucionais, reunindo Estados e determinando como e quando o poder do Estado pode ser exercido; essa medida não apenas resolve problemas funcionais e facilita a cooperação, como também funciona como um mecanismo de controle político. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;Com o uso do mecanismo de controle político, as disparidades após a guerra aumentam que, por sua vez, aumentam a capacidade do Estado líder de aplicar instruções para a manutenção de uma ordem favorável. Essa lógica institucional tem tido estabilidade desde o pós guerra da II Guerra Mundial, apesar do fim da Guerra Fria e da assimetria do poder.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;Essa ordem predomina até hoje, pois o caráter democrático dos Estados facilitou o crescimento de instituições intergovernamentais e compromissos entre países, o que criou fortes ligações entre estes, tornando cada vez mais difícil uma ordem alternativa substituir a existente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11091814-111032892849754881?l=rainhavitoria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rainhavitoria.blogspot.com/feeds/111032892849754881/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11091814&amp;postID=111032892849754881' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11091814/posts/default/111032892849754881'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11091814/posts/default/111032892849754881'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rainhavitoria.blogspot.com/2005/03/resumo-after-victory-problem-of-order.html' title='Resumo: After Victory - The Problem of Order'/><author><name>Luzia Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06938053311795016282</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11091814.post-110939969740644861</id><published>2005-02-25T22:19:00.000-08:00</published><updated>2005-03-04T11:10:05.053-08:00</updated><title type='text'>A Avó da Europa</title><content type='html'>&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;img src="http://www.micklebring.com/bml/images/victoria66brithday.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11091814-110939969740644861?l=rainhavitoria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rainhavitoria.blogspot.com/feeds/110939969740644861/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11091814&amp;postID=110939969740644861' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11091814/posts/default/110939969740644861'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11091814/posts/default/110939969740644861'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rainhavitoria.blogspot.com/2005/02/av-da-europa.html' title='A Avó da Europa'/><author><name>Zaira Lanna</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry></feed>
